A
ANTÔNIO
Gomes da Rocha Fagundes nasceu em 9 de dezembro de 1896, no engenho Paul, em
Canguaretama. Ficou conhecido como Professor Fagundes. Seus pais, Pedro
Regalado da Rocha Fagundes e Leonor Miquelina da Rocha Fagundes, eram primos.
Quando menino, foi morar em Natal, onde estudou e recebeu os diplomas de
professor primário e alfaiate. Voluntariamente, ele optou pelo magistério,
ocupou os cargos de Professor, Diretor e Inspetor Geral (equivalente ao cargo
de secretário estadual de educação). Casado com sua prima, Maria de Almeida
Fagundes, não teve filhos. Criou vários sobrinhos. Morou em Natal, mas foi em
Assu que teve uma vida social mais destacada. Publicou vários livros e foi
membro da Academia Norteriograndense de Letras. Entre os livros que publicou estão
Noções da história e da geografia do município de Assu (1921), Leituras
potiguares (1933), Educação e ensino (1940), O cruzeiro (1942), Vida e
apostolado de D. Joaquim Antônio de Almeida (1955), O colégio Santo Antônio
(1961), Os símbolos nacionais (1964) e Rio Grande do Norte (1967). Escrevia
incansavelmente e algumas de suas obras nunca foram publicadas, como foi o caso
de livro sobre a história de Canguaretama. Aposentou-se, por tempo de serviço,
em maio de 1956. Grande escritor, conhecido em todo o Rio Grande do Norte.
Faleceu em Natal, no dia 10 de outubro de 1982.JM
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sábado, 28 de setembro de 2019
sexta-feira, 26 de abril de 2019
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
BIBLIOTECA MARIA DA CONCEIÇÃO DA COSTA SOUZA
No dia 13 de dezembro de
2013 (sexta-feira) a "Biblioteca Maria da Conceição da Costa Sousa".
Maria da Conceição da Costa Sousa, mais conhecida por "Ceiça", foi
professora e muito contribuiu para a formação dos alunos da Escola Estadual
Professor Paulo Freire de Baía Formosa, desde a fundação da Escola - no ano
2000 - até 2007, ano em que se aposentou.
domingo, 21 de maio de 2017
JOSÉ DIAS DE OLIVEIRA
O senhor José Dias, uns dos primeiros vereadores da cidade de Antonio Martins, eleito em 1964; Faleceu no dia 17 de abril de 2015. FONTE - INTERNET
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
SAINT-CLAIR DINIZ DE ALMEIDA
SAINT-CLAIR DINIZ DE ALMEIDA,
natural de Apodi, nascido a 16 de outubro de 1927, era filho legítimo do
industrial Diocleciano Patrício de Almeida, conhecido popularmente como
Sêo Dioclécio da fábrica de sabão, e de Olindina Diniz Rocha. Era
casado com Irene Diniz Brasileiro.
Fontes: Wilma Diniz - filha de Saint-Clair Diniz.
Marcos Pinto - historiador apodiense
Nos anos 60 foi um dos pioneiros em transporte alternativo em Apodi, com
linha direta para Mossoró, e retorno à tarde. Foi eleito vereador em 15
de novembro de 1968, e presidente da Câmara Municipal, no período de 01
de janeiro de 1971 a 31 de dezembro de 1972. Saint-Clair faleceu no
dia 14 de outubro de 1999.
Fontes: Wilma Diniz - filha de Saint-Clair Diniz.
Marcos Pinto - historiador apodiense
FONTE - TUDO DE APODI
Manoel José Dantas, um sacristão zeloso
José Dantas Furtado, paraibano de Catolé do Rocha, chegou ao Apodi na
segunda metade do século passado, onde se consorciou com Dona Joaquina
Dantas. Desse consórcio houve nove filhos. Manoel José Dantas foi o
segundo filho do casal, nascido em 19 de janeiro de 1883.
Não fugiu à tradição do pai, antigo sacristão da Igreja Matriz do Apodi.
Aos noves anos de idade já ajudava na missa da matriz, época em que o
vigário Antônio Dias da Cunha encerrava suas atividades evangélicas.
Padre que se tornou famoso na ribeira do Apodi, pelas suas conquistas
amorosas, das quais deixou descendentes na terra.
Manoel José Dantas foi aluno do Professor Antônio Laurênio Dantas, com
que aprendeu português, matemática e outras matérias. O latim, usado nos
atos religiosos, aprendeu com o seu genitor.
Durante 77 anos serviu como sacristão da antiga Matriz de São João
Batista, convivendo com mais de 25 vigários, o que lhe proporcionou um
relativo grau de conhecimentos e boa prática de relações públicas.
Somente se afastou de suas atividades, quando a saúde não lhe permitiu
mais trabalhar.
Sua dedicação, seu zelo, o amor ao trabalho da sacristia, é coisa rara
entre os que assumem compromissos para desempenhar funções. Metódicos,
rigoroso e exigente nas suas atividades, Manoel Dantas orgulhava-se de
cumprir, com extremada pontualidade, seus deveres de sacristão, tudo
realizado no tempo exato, sem nada esquecer. Chegava sempre antes da
hora.
Era, ao mesmo tempo, um atento observador do comportamento das pessoas
na igreja, por ocasião dos atos religiosos. Desviando-se da ordem
exigida, Manoel Dantas não perdoava. Repreendia imediatamente o
faltoso.
Não admitia nem se conformava com pessoas conversando dentro da igreja,
durante as celebrações, principalmente mulheres. Opunha-se,
intransigentemente, aos trajes para ele ofensivos à casa de Deus. e era
inimigo rancoroso de meninos que jogavam bola no patamar da Igreja,
expulsando-os energicamente daquele local.
Dizia sempre o zeloso sacristão que “a igreja é lugar de respeito, de
oração. É a casa da mãe de Deus. Não vamos admitir que alguém tente
desrespeitá-la”. Com o seu afastamento da antiga matriz, as coisas foram
mudando. O patamar transformou-se numa quadra de esportes. Suas portas
são hoje, lugares preferidos paras cenas indecorosas de amor. Como não
estava sofrendo a ama do nosso extraordinário sacristão?... Observando,
estarrecida, a profanação desses lugares, onde ele tanto pisou, com
tanto amor, respeito e carinho.
Não se limitava apenas a ajudar o vigário nos atos religiosos. Fabricava
hóstias, fazia limpeza, arrumava, fazia anotações, escrevia nos livros
de registro de batizados e casamentos.
Um dos seus hábitos, que não falhava, durante o longo período em que
desempenhou as atividades de sacristão, era abrir a igreja de madrugada
cedo. Igreja que serviu de cemitério no passado. Afirmava Manoel Dantas
que nunca viu uma alma naquele local, pois não acreditava que elas
aparecessem aqui na terra.
Manoel José Dantas também participou da vida social e política da
cidade. Foi músico na juventude, ajudou a fundar sociedades, participou
de luta política, tendo sido eleito vereador no pleito eleitoral de
1948, pelo Partido Social Democrático – PSD.
Contam que, certa vez ao receber um home, que viera encomendar uma
missa, Manoel Dantas explicou ao mesmo, que o preço, por ordem do bispo,
aumentara para dois mil réis. O homem só trouxera mil e quinhentos
réis. Levando o problema para o vigário resolver, obteve esta resposta:
“Por uma missa celebrada por mim, ajudada por você, Manoel, é dinheiro
demais!”.
Ouvindo as palavras do vigário, o homem entregou o dinheiro. Mas
retirou-se apreensivo, quase descrente no valor espiritual da missa que
acabara de encomendar.
No dia 17 de abril de 1973, deixava de existir Manoel José Dantas.
Morria o mais antigo sacristão do Apodi. Um exemplo extraordinário de
dedicação ao trabalhou que abraçou.
Os trabalhos de Manoel José Dantas, como sacristão da igreja do Apodi,
durante mais de três quartos de séculos, com dedicação e carinho,
lutando e zelando as coisas da paróquia, dia e noite, sem medir
sacrifícios, não foram correspondidos, pela própria organização à qual
serviu com tanto orgulho.
Negaram-lhe as atenções e homenagens das quais era digno e merecedor.
Lamentamos registrar esta nota, mas, para sermos coerentes com a própria
história, somos obrigados a fazê-lo, no momento em que evocamos a
figura do antigor servidor da Matriz do Apodi.
FONTE - TUDO DE APODI
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
JOSÉ MARCELINO FERREIRA
EX-PREFEITO DE GROSSOS-RN. PRIMEIRO DE PREFEITO GROSSOS, NOMEADO PELO ENTÃO GOVERNADOR SILVIO PEDROZA, ADMINISTROU NO PERÍODO DE 01 DE JANEIRO DE 1954 A 1 DE SETEMBRO DE 1954, QUANDO FOI SUBSTITUÍDO POR ALFREDO AVELINO TRINDADE, TAMBÉM NOMEADO PELO MESMO GOVERNADOR, ADMINISTRANDO ATÉ 31 DE JANEIRO DE 1955, PASSANDO O CARGO PARA O SENHOR JOÃO REBOUÇAS DA COSTA, PRIMEIRO PREFEITO CONSTITUCIONAL, ELEITO EM 3 DE OUTUBRO DE 1954
FICHAS SUJAS
Brasília (AE) - O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, entregou ontem, a lista de pessoas com contas públicas julgadas irregulares pelo TCU ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli. A lista, com 6.603 nomes, deve subsidiar as declarações de inelegibilidade da Justiça eleitoral para aqueles que quiserem concorrer nas eleições de outubro. Todos esses nomes não têm mais direito a recurso no TCU. Os envolvidos podem ser punidos com até oito anos de proibição a concorrer a cargos eletivos, como prevê a Lei da Ficha Limpa.
Marcelo Camargo
Augusto Nardes entrega lista com nomes de gestores públicos ao presidente do TSE, Dias Toffoli
Augusto Nardes entrega lista com nomes de gestores públicos ao presidente do TSE, Dias Toffoli
A lista servirá de base à Justiça eleitoral, aos partidos políticos ou coligações partidárias e também ao Ministério Público Eleitoral (MPE) na hora de impugnar o registro de candidatos. Estão nessa lista pessoas cujas contas eleitorais foram julgadas irregulares desde 5 de outubro de 2006. É possível excluir o nome da lista elaborada pelo TCU se o responsável deixar de se enquadrar nos critérios previstos em lei. Isso ocorreria, por exemplo, para alguém que conseguisse uma liminar na Justiça.
O presidente do TCU avaliou que serão poucos os casos de exclusão dessa relação. Para Nardes, o enquadramento nessa situação pode ser o fim da carreira política de algumas pessoas. “Eu considero que a perda dos direitos políticos por oito anos, de certa forma, dificulta qualquer gestor de continuar na vida pública. Isso é um grande avanço para o País”, disse. Os dados estão disponíveis para consulta no site do TCU, no item “Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares”.
A lista de responsáveis com contas julgadas irregulares ou simplesmente lista de elaboração do TCU, não se confunde com a declaração de inelegibilidade. O Tribunal de Contas da União apenas encaminha a lista de responsáveis com contas julgadas irregulares à Justiça Eleitoral para que esta, com base em critérios definidos em lei e se entender cabível, declare a inelegibilidade da pessoa. A lista é extraída do Cadastro de Contas Julgadas Irregulares (Cadirreg) elaborado e mantido pelo TCU.
Entre os citados na relação do tribunal estão funcionários públicos que ocupam cargos de menor responsabilidade, até ministros e governadores. Eles poderão ter os nomes excluídos da lista caso consigam decisão judicial ou liminar nesse sentido. A impugnação das candidaturas depende, em última instância, da Justiça Eleitoral.
A unidade federativa com mais nomes listados é o Distrito Federal, que tem 729 gestores apontados como responsáveis por contas irregulares. Em seguida está o Maranhão, com 513 nomes e São Paulo, com 485. Roraima é o estado com menos gestores apontados na lista, com 97 nomes. No Rio Grande do Norte são 196 gestores.
Ficha suja
Estados e números de fichados no TCU
Distrito Federal 729
Maranhão 513
São Paulo 485
Minas Gerais 497
Bahia 439
Rio de Janeiro 399
Pernambuco 326
Paraíba 211
Ceará 204
Paraná 197
Rio Grande do Norte 196
Alagoas 137
Rio Grande do Sul 127
FONTE - TRIBUNA DO NORTE
quinta-feira, 12 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
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- Luiz Felipe
- AMO A NOSSA QUERIDA E AMADA TERRA POTIGUAR. PRESTO UMA HOMENAGEM AO MEU AMIGO LUIZ FELIPE, APODI, RIO GRANDE DO NORTE, COLOCANDO SEU NOME NESTE BLOG
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